sa-ico-1.gif - 683 BytesHomesa-ico-1.gif - 683 BytesThe Haijin's Magazine

A REVISTA DO HAIJIN, HAIJIN'S MAGAZINE
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Angelee Deodhar
Angelee's haiku

Angelee Deodhar is a well-known Indian haiku writer and artist. She kindly sent me beautiful illustrations for some of the haiku displayed in the Sama Haicai (Brazilian Haiku) pages. With her permission, I reprint her bio and a few of her haiku, which appeared in Haiku Headlines, May 2000.

"Born just before the partition in India, schooled in the best "English" tradition I grew up in sylvan surrounds amongst the foothills of Himalaya, and fell in love with them. My father was a doctor in the India Army, and our home was full of books and music. Even during medical school (graduate and post graduate studies) I wrote short stories, articles poems - but never thought of "writing" as a career.

After working as an ophthalmologist in remote villages for almost 18 years, I developed a life threatening recurrent pulmonary thrombo embolism with repeated prolonged hospitalization. This is when writing became a lifetime and a second career. Now, a decade later, my poems, stories and haiku have been published in USA, UK, Canada, Australia, Japan, Greece, Croatia, Romania, Finland, Poland and India. I owe a lot to those who have encouraged me along the Haiku Path: Liz Fenn of the Haiku Conservatory who sent me my first copy of HAIKU HEADLINES (#63/JUN'93), Patrick Frank, Elizabeth S. Lamb, Ken Liebman, Bob Spiess, Bill Higgison, Gerald England, Ion Codrescu, Jim Cacian, Season/Carolyn Thomas, and of course, Rengé/David Prieb, who has given me this opportunity to share my work. I am indebted to my husband, a physician, and my son, for their support through many emotional storms of chronic illness.

Of all the poetic forms I find haiku most appealing. Throughout their deceptive simplicity one can share moments of absolute awareness, of truth, of images, or depths and heights of the spirit which transcend time, cultures and continents-bringing about universal peace and understanding. I believe that if more people turn to writing haiku, there would be more joy and less strife in our lives, in our world.

Angelee Deodhar, de origem Indiana, é uma conhecida escritora de haicai e uma artista. Ela gentilmente enviou bonitas ilustrações para alguns dos haicais das páginas da Sama Haicai (Haicais Brasileiros) . Com sua permissão, coloco aqui sua bio e alguns de seu haicais que apareceram em Haiku Headlines, maio 2000.

"Nascí logo antes da partição em India (período do final da colonização inglesa), educada na melhor tradição "inglesa", eu crescí nas florestas dos pés das montanhas do Himalaia, e me apaixonei por eles. Meu pai era médico no exército da India, e nossa casa era cheia de livros e de música. Mesmo durante o curso médico (graduação e pós-graduação) eu escrevia histórias curtas, poemas, artigos - mas nunca pensei em ser "escritora" como carreira.

Após trabalhar como oftalmologista em vilas remotas por quase 18 anos, eu desenvolvi um embolismo pulmonar recorrente que exigiu hospitalização prolongada e repetida. Foi assim que escrever se transformou em uma segunda carreira. Agora, uma década mais tarde, meus poemas, histórias e haiku foram publicados nos EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, Japão, Grécia, Croatia, Romania, Finlandia, Polônia e India. Devo muito àqueles que me incentivaram ao longo do trajeto de Haiku: Liz Fenn, do Haiku Conservatory, que me enviou minha primeira cópia do HAIKU HEADLINES (#63/JUN'93), Patrick Frank, Elizabeth S. Lamb, Ken Liebman, Bob Spiess, Bill Higgison, Gerald England, Ion Codrescu, Jim Cacian, Season/Carolyn Thomas, e naturalmente, Rengé/David Prieb, que me deram esta oportunidade de compartilhar meu trabalho. Devo muito a meu marido, que é médico, e a meu filho, pelos seus apoios durante muitas tempestades emocionais devido a essa doença crônica.

De todas as formas poéticas, eu acho que o haicai é a mais atraente. Com toda sua simplicidade deceptiva podemos compartilhar momentos de consciência absoluta, de verdade, de imagens, ou de profundidades e alturas do espírito que transcendem o tempo, as culturas e os continentes-- trazendo a paz universal e a compreensão. Eu creio que se mais pessoas se dedicassem a escrita do haiku, haveria mais alegria e menos desentendimento em nossas vidas e no mundo.